07 UC3M Getafe Edif. 18 (Aula 18.1.A05) 27 Sep 2019 Grupo de Trabajo | Sesión Especial
Track 09. (Dia 3.) 27 sep 2019 (9:00-11:00h) 09:00 - 11:00

YoCoordinación:

 

Urânia Flores da Cruz Freitas
Professora e pesquisadora educação básica no Distrito Federal/Professora e pesquisadora voluntária da UnB/CEAM., Secretaria de Educação do Distrito Federal/ Universidade de Brasília UNB/CEAM.
uraniaflores@gmail.com


Jose Luis Martinez Marca
Profesor de tiempo completo, Universidad Nacional Autónoma de México UNAM Facultad de Estudios Superiores Aragón, FES
Joslumm21@hotmail.com



La planificación estratégica es un proceso continuo y sistemático, que permite el mayor conocimiento posible sobre el futuro. Es una acción constante de los gobiernos, las instituciones públicas y privadas, así como objeto de investigación académica. Esta acción tiene como objetivo, entre otras cosas, la toma de decisiones, el seguimiento y la evaluación de las acciones públicas e privadas. Se sabe que este tipo de acciones se llevan a cabo a menudo en disputa por el poder, es decir, por el juego político entre los actores de los diferentes tipos de organizaciones e intereses diferentes. Bajo este prisma, el objetivo de este Grupo de Trabajo es debatir con trabajos y prácticas que analicen la dinámica social, económica y política de diferentes instituciones / organizaciones, con un enfoque centrado en las estrategias de los actores y en la proyección de escenarios. Por lo tanto, el análisis se centrará en las acciones institucionales / organizacionales actuales de diferentes países, sectores y actores para la proyección de acciones futuras.

Grupo de Trabajo Congresos anteriores 

GIGAPP 2018 - Planificación estratégica y prospección escenarios políticos e institucionales


GIGAPP 2017 - Planificación estratégica y prospección escenarios políticos e institucionales


GIGAPP 2016 - Planificación estratégica y prospección escenarios políticos e institucionales




Cenários prospectivos para a educacao pública brasileira: análises e conjecturas de pesquisa de ambiente organizacional
00:01 - 23:59
O adoecimento dos servidores da educação, principalmente dos professores, tem sido crescente ao longo dos anos, com perspectiva de piores índices futuros. A realização de escuta dos profissionais por meio de diferentes instrumentos gera expectativas de solução. Mapeamentos realizados apontaram resultados de um ambiente organizacional passível de melhorias, quanto ao aperfeiçoamento de processos e satisfação dos fatores levantados. Diante dos levantamentos, sugere-se desenvolvimento de processos de gestão com pessoas que possam favorecer as necessidades humanas, culturais e sociointeracionais fundamentais para o exercício das atividades laborais dos profissionais da educação com perspectiva de melhoria do trabalho na educação.
Fórum Interconselhos: análise da participação social no planejamento por meio do Plano Plurianual do Brasil (PPA 2016-2019)
09:00 - 11:00
O trabalho analisa o Fórum Interconselhos, que é uma instituição participativa com o objetivo de promover a participação social no Plano Plurianual (PPA) do governo federal no Brasil, visto como uma maneira de prospectiva de cenários e planificação do desenvolvimento social e econômico do país. O referencial teórico tem por base uma perspectiva gramsciana de Estado e sociedade civil, complementado por pontos de vista da ciência política e administração pública para políticas públicas e planejamento governamental. O fortalecimento da sociedade civil deve ser prioridade em um Estado, que não deve ser um fim em si mesmo, mas sim promover a formação de uma cultura política ativa que permitirá que os próprios indivíduos tomem decisões de maneira coletiva e democrática. A partir de uma abordagem histórica da emergência de movimentos sociais e sociedade civil no Brasil, o trabalho chega até os espaços de participação social que se consolidaram após a Constituição Federal de 1988, como conselhos, conferências e fóruns. O objeto de estudos da pesquisa é o Fórum Interconselhos, espaço de participação para o PPA, tendo como ponto de partida analítico a compreensão da potencial democratizante desse espaço de participação, que surgiu em 2011 após algumas iniciativas que existiram anteriormente para promover a interação entre governo e sociedade civil em questões relacionadas ao Plano Plurianual. A metodologia da pesquisa apresenta um caráter crítico com abordagem histórico-dialética. A análise é qualitativa e será feita a partir de documentos oficias referentes ao processo participativo no PPA e da aplicação de entrevistas com atores da sociedade civil que atuaram no Fórum. Os resultados apontam que o Interconselhos apresenta uma série de desafios e avanços, como necessidade de maior democratização do poder decisório e de revisão da metodologia de participação, ao mesmo tempo em que parece ser uma forma adequada de aproximar a sociedade civil que quer participar e decidir junto ao planejamento desde que os limites apresentados até então sejam superados. Por fim, problematizam-se os próximos desafios do Brasil do ponto de vista do planejamento estratégico e de cenários devido a problemas fiscais, questões políticas e outras variáveis que podem interferir no processo democrático de planejamento das políticas públicas na conjuntura atual.
Planejamento para o desenvolvimento e o cumprimento da agenda 2030 no âmbito da educação brasileira: nos caminhos da prospectiva estratégica
09:00 - 11:00
O planejamento a longo prazo que baseia as políticas públicas de educação, no Brasil, é definido em lei pelo Plano Nacional de Educação (PNE). Esse instrumento tem previsão expressa na Constituição Federal de 1988, em seu artigo 214: “A lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino”. O Brasil possui, ainda, um outro instrumento de planejamento, que é o Plano Plurianual (PPA), também previsto constitucionalmente, mas que tem duração de 4 anos (médio prazo) e abarca todas as áreas de atuação do governo, inclusive as políticas educacionais. Dessa forma, o país encontra embasamentos legais e institucionais consolidados para guiar suas ações no âmbito da gestão e das estratégias para educação. Entretanto, os limites e possibilidades dessa estrutura de planejamento parecem esbarrar nos grandes desafios que surgem quando são analisados os resultados das políticas de desenvolvimento do ensino no país, e não se percebem os cenários possíveis de futuro. O Plano Nacional de Educação – PNE, em vigência no Brasil, está embasado na lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que assim preconiza em seu Art. 7º: “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios atuarão em regime de colaboração, visando ao alcance das metas e à implementação das estratégias objeto deste Plano”. O PNE possui vinte metas a serem cumpridas até 2024. De acordo com documentos oficiais, as metas são orientadas para enfrentar as barreiras para o acesso e a permanência; as desigualdades educacionais em cada território com foco nas especificidades de sua população; a formação para o trabalho, identificando as potencialidades das dinâmicas locais; e o exercício da cidadania. Em nível mundial, a Agenda 2030, proposta pela Organização das Nações Unidas, traz um desafio para a educação em seu quarto objetivo: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos”. É fundamental que um país tenha seus instrumentos de planejamento e de gestão para conseguir formular e implementar políticas públicas com maior efetividade, indo ao encontro daquilo que também está proposto pela comunidade internacional. Mas as peculiaridades do Brasil, inclusive por seu enorme tamanho territorial, sua alta desigualdade socioeconômica, nível de pobreza e falta de vontade política parecem ser limitantes do alcance de todos os resultados previstos por meio dos Planos Nacionais de Educação. A ideia deste artigo é descrever como o PNE se articula com o PPA e a agenda 2030 da UNESCO, da qual é signatário, para perceber qual a probalidade do alcance das metas assumidas pelo Brasil, no tempo acordado. E então pensar: qual caminho do planejamento educacional poderá seguir o país para enfrentar os desafios da realidade atual? Propomos analisar se é a prospectiva estratégica e suas ferramentas o caminho a seguir.
Políticas Públicas Educacionais Brasileiras e Gênero: Mais Mulheres na Administração Escolar
09:00 - 11:00
Políticas públicas precisam ser desenvolvidas para mais mulheres na administração das escolas brasileiras. Historicamente, existe desigualdade na ocupação de postos de liderança por mulheres nas organizações. Estudos realizados (Freitas, 2015; 2017; Dantas & Antloga, prelo) evidenciaram que as mulheres não são sujeitas dos cargos de gestão escolares preferencialmente, mesmo quando em processos eleitorais. Apesar de maioria na carreira do magistério público em 76,3% (Seplag, 2016), a ocupação tem decrescido ao longo dos pleitos de 2008 à 2016, de 67,4% para 59,5%. Para garantir participação, representatividade e exercício da cidadania nas decisões são necessárias políticas de formação inicial e continuada, apoio(s) institucional(ais), com investimentos nas condições de trabalho, revisão dos modelos de organização e da gestão tradicionais, estímulos no plano de carreira, discussão de cotas para mulheres, dentre outros, para construção de um cenário prospectivo mais positivo.
Estratégias na formulação de políticas públicas: a proposta de Gestão do Design
09:00 - 11:00
Um dos grandes desafios na estratégia de formulação das políticas públicas é inserir a multiplicidade e diversidade de vozes dos envolvidos em seu texto base. Atualmente se percebe um questionamento do modelo top-down por diversos motivos. Nesse artigo, nossa hipótese é discutimos um possível modelo bottom-up a ser adotado pela gestão pública. Isto é, para formular uma boa política é necessário como estratégia a inserção da especificidade dos atores que são relevantes para aquele lugar em que a política será concretizada. Outro destaque ao utilizar o bottom-up seria o de evitar a mera cópia de uma experiência, o que, por sua vez, poderia resultar em um resultado não eficaz. Aqui vemos o contrário, a lógica basilar ao levar em consideração as especificidades do lugar é garantir uma política pública que possa funcionar o mais plenamente possível, e na qual os cidadãos se sentissem ativamente representados. Dentro desse quadro analítico, este trabalho suscita a abordagem da Gestão do Design como uma das estratégias para pensar políticas públicas educacionais. Sua relevância se dá por ter como foco levar em consideração, neste contexto, a necessidade do usuário na utilização de serviços. Tal ação, demanda do pesquisador/formulador uma intensa imersão no contexto a ser analisado. Nesse sentido, é de extrema importância as narrativas que os usuários têm sobre a utilização dos serviços públicos. É importante destacar ainda, que estamos utilizando o conceito de design como estratégia para a solução de problemas. Outra característica importante é o aspecto holístico que ele carrega ao solucionar estes problemas. No que tange a importância para o planejamento estratégico e a prospectiva este se daria pelo acurado levantamento de informações relevantes daquele lugar para subsidiar possíveis soluções. este artigo é fruto da dissertação de mestrado.
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Conferencistas
SEEDF
Professora
SEEDF
Professora
Universidade de Brasília - UNB
Estudante
UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE BUCARAMANGA (COLOMBIA)
Docente
Universidade de Brasília - UNB
Professor da Secretaria de Educação do Distrito Federal
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Moderadores
Secretaria de Educação do Distrito Federal
Professora e pesquisadora educação básica no Distrito Federal/Professora e pesquisadora voluntária da UnB/CEAM.
Universidad Nacional de Costa Rica UNACR
ACADEMICO Y DIRECTOR ESCUELA DE PLANIFICACIÓN

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