Track 10. (Dia 3.) 27 sep 2019 (11:30-13:30h) 06 UC3M Getafe Edif. 18 (Aula 18.1.A03) Grupo de Trabajo
27 Sep 2019 11:30 AM - 01:30 PM(UTC)
20190927T1130 20190927T1330 UTC GT.POL 2019-25 Ensino, Pesquisa e Extensão no Campo de Públicas: identificando uma identidade coletiva

Coordinación:

Lindijane AlmeidaDocente, Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRNalmeida.lindijane@gmail.com

Maria Isabel RodriguesDiretora-Geral da Escola de Governo, Escola de Governo - Fundação João Pinheiroisabel.rodrigues@fjp.mg.gov.br

Doriana DaroitProfessora, Universidade de Brasília - UNBdoriana.daroit@gmail.com

O objetivo deste grupo de trabalho é contribuir para a reflexão multidisciplinar na área de ensino, pesquisa e extensão no Campo de Públicas, com foco nos perfis dos cursos existentes, suas respectivas áreas de concentração, práticas interdisciplinares, experiências inovadoras e perfil e acompanhamento do egresso. A importância deste grupo de trabalho consiste em demonstrar a evolução do Campo de Públicas e sua importância para modernização da Administração Pública. A origem desta evolução ocorre a partir de meados da década de 80 no contexto de (re)conquista dos direitos políticos e de ampliação dos direitos sociais, promovida pela reforma administrativa (1985-1989). Dentre os objetivos da reforma destacava-se a necessidade de compor os quadros do serviço público federal de pessoal qualificado para corresponder às novas demandas da sociedade, o que era uma exigência do processo democrático. A fragilidade na formação dos servidores públicos gerava descontinuidades tanto na gestão quanto na formulação e implementação de políticas públicas. Nesse contexto a modernização e eficiência da administração pública vem passando pela formação e qualificação oferecida pelos cursos do Campo de Públicas. Além disto, por meio deste grupo de trabalho, pretende-se demonstrar os diálogos existente entre ensino, pesquisa e extensão nos cursos do Campo de Públicas. ...

06 UC3M Getafe Edif. 18 (Aula 18.1.A03) GIGAPP X Congreso Internacional en Gobierno, Administracion y Politicas Publicas 2019 congresox@gigapp.org

Coordinación:

Lindijane Almeida
Docente, Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN
almeida.lindijane@gmail.com

Maria Isabel Rodrigues
Diretora-Geral da Escola de Governo, Escola de Governo - Fundação João Pinheiro
isabel.rodrigues@fjp.mg.gov.br


Doriana Daroit
Professora, Universidade de Brasília - UNB
doriana.daroit@gmail.com



O objetivo deste grupo de trabalho é contribuir para a reflexão multidisciplinar na área de ensino, pesquisa e extensão no Campo de Públicas, com foco nos perfis dos cursos existentes, suas respectivas áreas de concentração, práticas interdisciplinares, experiências inovadoras e perfil e acompanhamento do egresso. A importância deste grupo de trabalho consiste em demonstrar a evolução do Campo de Públicas e sua importância para modernização da Administração Pública. A origem desta evolução ocorre a partir de meados da década de 80 no contexto de (re)conquista dos direitos políticos e de ampliação dos direitos sociais, promovida pela reforma administrativa (1985-1989). Dentre os objetivos da reforma destacava-se a necessidade de compor os quadros do serviço público federal de pessoal qualificado para corresponder às novas demandas da sociedade, o que era uma exigência do processo democrático. A fragilidade na formação dos servidores públicos gerava descontinuidades tanto na gestão quanto na formulação e implementação de políticas públicas. Nesse contexto a modernização e eficiência da administração pública vem passando pela formação e qualificação oferecida pelos cursos do Campo de Públicas. Além disto, por meio deste grupo de trabalho, pretende-se demonstrar os diálogos existente entre ensino, pesquisa e extensão nos cursos do Campo de Públicas. A Constituição da República do Brasil/1988, no artigo 207 apresenta o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão ao dispor que: "as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão", reforçando portanto a importância na articulação entre ensino, pesquisa e extensão na formação de uma identidade coletiva para os cursos do Campo de Públicas.

Perspectivas para formação em avaliação de políticas públicas: experiências de ensino e pesquisa do Curso Bacharelado Gestão de Políticas Públicas, da Universidade Federal do Ceará, Brasil
Ponencia (documento en extenso para presentar en Madrid) 00:01 AM - 11:59 PM (UTC) 2019/09/27 00:01:00 UTC - 2019/09/27 23:59:00 UTC
Nas duas últimas décadas cresceram demandas por avaliações de políticas e programas nos setores governamentais em vários países. Como decorrência disso, há a necessidade de uma melhor qualificação de profissionais para atender a essas demandas por meio de práticas de avaliação ancoradas em perspectivas políticas, epistemológicas e metodológicas consistentes que respondam aos anseios de maior alcance das políticas públicas e programas junto a amplos setores da sociedade civil, para além dos critérios de eficiência e eficácia definidos pela esfera governamental stricto sensu. Nesse contexto, a formação qualificada em avaliação de políticas públicas, sobretudo de gestores públicos, deve ser incluída e problematizada como campo formativo nos cursos do Campo de Públicas, nas universidades. Com base nisso, este trabalho tem por intuito apresentar a experiência formativa da ênfase em avaliação de políticas do curso Bacharelado em Gestão de Políticas Públicas – GPP da Universidade Federal do Ceará- UFC. Trata-se de detalhar a estrutura curricular, os conteúdos (paradigmas, epistemologias e metodologias ensinados), práticas avaliativas e produtos decorrentes da formação discente em avaliação. Como resultados, coadunada com as discussões do Campo de Públicas, essa experiência tem promovido a formação interdisciplinar por meio da construção de pesquisas avaliativas, de cunho hermenêutico-compreensivas, fundamentadas, analiticamente, na participação de m&u acute;ltiplos atores envolvidos nas políticas e programas avaliados e, metodologicamente, na utilização de metodologias e análises mistas quantitativas e qualitativas. Trata-se de avaliações que visam atender às exigências cada vez maiores de transparência e controle da sociedade civil sobre os resultados das políticas e programas implementados. Nesse sentido, como contraponto ao campo hegemônico de práticas e de ensino de avaliação para gestores marcadas por perspectivas positivistas, técnico-formais e gerencialistas, a experiência na formação em avaliação de políticas públicas do curso de GPP/UFC pode ser pensada, paradigmaticamente, para promover o debate entre o ensino e a pesquisa no Campo de Públicas, a formação do gestor e a afirmação dos valores democráticos e repub licanos na gestão pública.
Presenters Alcides Fernando Gussi
Professor, Universidade Federal Do Ceará - UFC
Entre o humanismo e o tecnicismo: a formação e a identidade do Administrador
Comunicación (documento en extenso - no presencial) 12:00 Noon - 02:00 PM (UTC) 2019/09/27 12:00:00 UTC - 2019/09/27 14:00:00 UTC
Embora o debate entre o humanismo e o tecnicismo na educação não seja novo, está longe de ter sido esgotado. Ao contrário, há diversos indícios e evidências de que o tecnicismo vem prevalecendo sobre a perspectiva humanista. Neste debate, está implícita, pelo menos a princípio, a discussão acerca da democracia, na medida em que uma perspectiva humanista pressupõe um ambiente e uma escola democrática, em que a pluralidade de ideias, pontos de vista, vertentes teóricas, epistemológicas, ontológicas e metodológicas são necessárias na busca da “verdade” e do conhecimento. Ao mesmo tempo, a prevalência de modos de vida baseados em valores econômicos neoliberais têm obscurecido a dimensão da pluralidade, a partir do momento em que defende seus princípios como universais e capazes de garantir o desenvolvimento social e econômico das nações. Neste contexto, a formação superior em Administração é um campo sensível a tais influências, na medida em que lida justamente com as questões econômicas e organizacionais. No caso brasileiro, a educação superior implica uma articulação entre a formação para o mercado de trabalho e uma perspectiva humanista. Porém, tal articulação não tem sido devidamente realizada na área, uma vez que as diretrizes curriculares têm privilegiado uma dimensão em detrimento da outra. Neste sentido, a universidade – particularmente a pública- tem o dever de colocar em causa tais questões, ao mesmo tempo em que tem de se colocar – ela mesma – em causa. O presente artigo busca atingir exatamente este ideal, ao investigar o papel da universidade na formação e na construção da identidade do administrador, a partir de um estudo de caso. Os resultados são uma mistura de “alarme” e alento, na mistura em que confronta a visão de professores e alunos do curso.
Presenters Danilo Fonseca
Sin Cargo, - SIN ENTIDAD -
Co-authors Angelo Brigato Ésther
Professor Associado , Universidade Federal De Juiz De Fora (UFJF)
Campo de Públicas: questões emergentes, desafio e suas abordagens
Ponencia (documento en extenso para presentar en Madrid) 12:00 Noon - 02:00 PM (UTC) 2019/09/27 12:00:00 UTC - 2019/09/27 14:00:00 UTC
As políticas públicas, pensadas em termos do debate da democracia, requerem a existência de espaços de participação – consultivos e deliberativos – desde a sua formulação, até o processo de implementação e também de avaliação. Almeja-se a garantia de resultados mais condizentes com a realidade daqueles sujeitos que são alvo destas políticas, a partir de uma nova modalidade de relação entre governantes e governados. Nesse sentido, busca-se uma relação que se estabeleça com a voz dos diversos atores e com a pluralidade temática, permitindo que se reconheçam os interesses e opiniões divergentes, ao mesmo tempo em que se possibilite o acesso à informação, conhecimento e poder aos seus participantes, tanto gestores como beneficiários. A partir da Constituição Federal de 1988, a participação da sociedade nos processos decisórios tornou-se a expressão maior do processo de inovação da gestão pública brasileira. São muitos, no entanto, os desafios para que mudanças neste campo de fato ocorram. No Brasil, esse contexto desafiador se expressa no número crescente de pesquisas, de cursos de graduação, pós-graduação lato e stricto sensu, no surgimento nas universidades, e fora delas, das Escolas de Governo e de núcleos de estudos sobre o tema. Mais recentemente, iniciou-se a expansão dos cursos de graduação no país, além do próprio avanço do Campo de Públicas no Brasil com a publicação das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para a área. A isto se soma o esforço de reestruturação das Instituições de Ensino Superior com a criação do REUNI, pelo Governo Federal, que permitiu a criação e expansão de diversos cursos que compreendem o Campo de Públicas no Brasil, visando contribuir para o melhoramento do setor público no país, em uma perspectiva de formação inter/multidisciplinar dos futuros gestores e técnicos e administradores das organizações governamentais e não-governamentais. A presente proposta tem como objetivo apresentar o debate acadêmico acerca do ensino, da pesquisa, da extensão e da atuação do Campo de Públicas e sua contribuição no desenvolvimento de pesquisas que discutem temas relacionados à histórica questão social e à trajetória de democratização no Brasil, portanto, trata-se de apresentar os desafios e as abordagens do Campo. Na esteira desse debate, compreende-se que as transformações ocorridas na gestão pública brasileira, tais como a criação de espaços institucionalizados de participação social que incorporam novos atores sociais, busca atender a diversidade de desafios e de escalas das políticas públicas. Dessa forma, na prática, tais mudanças passaram a evidenciar a necessidade de que o enfrentamento das demandas sociais seja realizado a partir da perspectiva capaz de superar a lógica tradicional da gestão e do planejamento no Brasil, a segmentação dos conhecimentos necessários para diagnosticar situações sociais e elaborar e executar as ações para melhoria das condições de vida da população e consolidar a identidade dos profissionais e pesquisadores do Campo de Públicas.
Presenters Lindijane Almeida
Docente, Associação Nacional De Ensino E Pesquisa Do Campo De Públicas ANEPCP
RS
Raquel Silveira
O que jovens discentes pensam sobre o mundo político? Os alunos do IFPB-Itaporanga e suas perspectivas
Ponencia (documento en extenso para presentar en Madrid) 12:00 Noon - 02:00 PM (UTC) 2019/09/27 12:00:00 UTC - 2019/09/27 14:00:00 UTC
Fruto de um projeto de pesquisa em desenvolvimento, esse artigo visa analisar a visão dos jovens discentes do Instituto Federal da Paraíba-IFPB sobre o universo político. Pretende-se refletir sobre qual o papel da educação política escolar na construção da percepção desses jovens, a fim de compreender quais suas potencialidades e seus limites enquanto promotora de uma cultura política participativa e cidadã. As eleições de 2018 no Brasil revelaram um país dividido politicamente e ideologicamente. A participação massiva, constante e em grande medida intolerante dos eleitores, e até jovens não eleitores, nas redes sociais, pode ser apontada como um forte indicador de que parte significativa das pessoas possuem convicções políticas e morais específicas. A democracia foi posta em xeque e apelos pela volta dos militares ao poder tornaram-se cada vez mais comum. Até então, a literatura apontava para existência de um processo de apatia política, o que se justificaria pelo esvaziamento dos partidos e pela profunda desconfiança em relação às instituições democráticas. (MOISÉS, 2005). Esse argumento apenas em parte permanece válido para pensar a situação do Brasil hoje, já que embora seja visível o sentimento de descrédito em relação as instituições democráticas, desenvolveu-se, paralelamente, um ativismo político, que atribuiu toda a sorte de problemas enfrentados pelo país, às práticas governamentais da “esquerda”. Temos vivenciado não uma situação simples de apatia política, mas um outro lado da moeda, tão perigoso quanto, que foi um forte e acirrado ativismo, marcado por acepções ideológicas reacionárias. As redes sociais e os encontros presenciais, foram dominados por discussões acaloradas, guiadas por fakes News, que se distanciaram por completo da ideia de um debate político formador. Para lidar com essa situação, é necessário um revigoramento da democracia através de práticas participativas produtivas. Não há como avançar democraticamente sem o envolvimento profundo dos cidadãos na vida política. Autores como Benevides (1994; 1996 B), Cosson (2015), e Virgínio (2012), afirmam que para existência de cidadãos, depende da constituição e proliferação de uma “educação para cidadania”. A ideia, grosso modo, é a de que uma vez educados politicamente, os cidadãos teriam melhores condições intelectuais e interesse político em participar da coisa pública. Educar politicamente é educar para a democracia e para a cidadania, seja por intermédio das instituições envolvidas nos processos democráticos (os parlamentos, o executivo, as organizações sociais, os partidos políticos, os conselhos, as universidades, dentre outros) ou, de forma igualmente importante, pelas escolas. A pergunta a qual essa pesquisa visa responder é: a educação política, oferecida via mecanismos formais de escolarização, tem gerado rebatimentos importantes para as percepções políticas dos discentes? Acredita-se que o envolvimento adequado dos jovens na política, está intimamente ligado ao conhecimento a respeito desse universo e a compreensão dos preceitos democráticos como um valor. Esta pesquisa, de forma complementar, propiciará elementos para discutir até que ponto a juventude investigada, em processo inclusive de iniciação da vida de votante, está preparada e interessada em participar do exercício da democracia.
Presenters Dayane Gomes
Professora , IFPB
Co-authors
LD
Livia Vitória Do Nascimento Alves
Estudante, IFPB
AS
Andrade Guthierri Soares Da Silva
Estudante, IFPB
VJ
Vitor Vieira Juvino
Estudante, IFPB
AD
Ana Rosa Da Silva Rodrigues
Estudante, IFPB
Ensino, Pesquisa e Extensão no Campo de Públicas: a contribuição do Curso de Administração Pública de Escola de Governo na identificação de uma identidade coletiva para os cursos do Campo de Públicas
Ponencia (documento en extenso para presentar en Madrid) 11:30 AM - 01:30 PM (UTC) 2019/09/27 11:30:00 UTC - 2019/09/27 13:30:00 UTC
Considerando a formação oferecida pelos cursos do Campo de Públicas como essencial para o processo de modernização pelo qual a Administração Pública vem passando, o presente artigo pretende demonstrar a importância do diálogo entre ensino, pesquisa e extensão na formação de uma identidade coletiva para os cursos deste Campo. Para isto será realizado um breve histórico acerca da criação do Campo e uma reflexão acerca da importância da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, com foco no perfil do curso de Administração Pública da Escola de Governo/Fundação João Pinheiro (EG/FJP), suas práticas interdisciplinares e experiências inovadoras.
Presenters Maria Isabel Rodrigues
Diretora-Geral Da Escola De Governo, Escola De Governo - Fundação João Pinheiro
Professor
,
Universidade Federal do Ceará - UFC
sin cargo
,
- SIN ENTIDAD -
Docente
,
Associação Nacional de Ensino e Pesquisa do Campo de Públicas ANEPCP
Diretora-Geral da Escola de Governo
,
Escola de Governo - Fundação João Pinheiro
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Dr. Lindijane Almeida
Docente
,
Associação Nacional de Ensino e Pesquisa do Campo de Públicas ANEPCP
Prof. Maria Isabel Rodrigues
Diretora-Geral da Escola de Governo
,
Escola de Governo - Fundação João Pinheiro
Dr. DORIANA DAROIT
Professor
,
Universidade de Brasília - UNB
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